O Binómio de Newton é tão belo como a Vénus de Milo

Somos feitos

da mesma matéria

que as estrelas

e os amores perfeitos.

 

Transcrevemos este belíssimo poema de Jorge de Sousa Braga (in “Pó de estrelas”) para anunciar a próxima sessão de poesia cujo título é também um verso: “O binómio de Newton é tão belo como a Vénus de Milo”, de Álvaro de Campos.

 

A Física, a Química, a Matemática, a Geografia e outras áreas do conhecimento servem-se frequentes vezes de palavras e imagens que provam que a poesia e a ciência pertencem ao mesmo universo; “o que há é pouca gente para dar por isso” (Álvaro de Campos)

Na próxima sessão de poesia, em 29/11/12 pelas 22h. no Café Lusitano – rua José Falcão – Porto, serão lidos textos de Camões, Pessoa, António Aleixo, Gedeão, Gonçalo M. Tavares,  Vinícius, Gilberto Gil, Millôr Fernandes,  que  abordam este fascinante tema.

 

NÃO FALTEM A ESTA FESTA CÓSMICA com muito sonho e magia dentro, e divulguem pelos vossos contactos.

 

POETRIA

 

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