Sobre o Porto, António Rebordão Navarro

 

“Meigas, transparentes, adejantes,

antes de os elementos

cismarem em criá-las,

já elas eram feitas

como deusas cumpridas

em fumo, mito e névoa.

 

Como estátuas fenícias?

Como estátuas”

 

António Rebordão Navarro

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